Gaía Passarelli. Crédito: Divulgação.

Gaía Passarelli lança “Deslumbre”, livro sobre obsessão musical e cenário paulistano

Por que isso importa?

Para os fãs de música e da trajetória de <a href="https://indierockbrasil.com.br/2026/05/03/gaia-passarelli-lanca-livro-deslumbre-com-curadoria-de-musicas-2/">Gaía Passarelli</a>, este lançamento é um mergulho profundo na história musical de São Paulo. O livro oferece um olhar íntimo sobre as transformações do cenário cultural, desde o pós-punk até a efervescência eletrônica e indie. É uma oportunidade para o público que acompanha a artista entender as raízes de sua paixão e a evolução de gêneros que marcaram gerações.


A jornalista, escritora e ex-VJ da MTV, Gaía Passarelli, lançará seu terceiro livro autoral, “Deslumbre – Histórias de obsessão musical”, nesta quinta-feira, 15 de janeiro de 2026, em São Paulo. A obra é um mergulho na trajetória pessoal da autora e um registro histórico do cenário musical paulistano.

Publicado pela Editora Terreno Estranho, “Deslumbre” será apresentado em um encontro na Livraria Ponta de Lança. Gaía Passarelli conversará com os escritores Camilo Rocha e Rodrigo Carneiro, com mediação da jornalista Camila Yahn.

Com 164 páginas, o livro revisita a vida de Passarelli através de ambientes, sensações e, principalmente, sons. A autora foi a fundadora do portal de música eletrônica RRAURL e colaborou com veículos como Folha de São Paulo e Marie Claire, além de atuar como VJ na MTV Brasil.

A obra resgata memórias de sua jornada, passando pelo cenário gótico e pós-punk da cidade, a chegada do techno no Brasil, e o cenário indie que a marcou durante seu tempo na MTV. Antes de “Deslumbre”, Gaía publicou “Mas Você Vai Sozinha?” (Globo Livros, 2016), sobre viagens, e “Tá Todo Mundo Tentando” (Editora Nacional, 2024), com textos de sua newsletter.

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Para apresentar um pouco do universo do livro, Gaía Passarelli selecionou cinco músicas que fizeram parte de sua história:

  • “The Last Song” de Trisomie 21: Um hino francês que, segundo a autora, garantia um momento especial nas pistas dos inferninhos.
  • “Sleeper in Metropolis” de Anne Clark: A canção demonstra a habilidade de Clark em poesia falada sobre sonoridades eletrônicas, criando um “estado de sonho urbano”.
  • “Blackwater” de Octave One feat. Ann Saunderson: Um clássico do techno de Detroit, conhecido pelos vocais que levam a um “estado espiritual”.
  • “Hyperballad” de Björk: Explora a intimidade e a tecnologia, com a música servindo como um espaço seguro para experimentar contradições sonoras na voz da artista islandesa, no início de sua carreira pós-Sugarcubes.
  • “Without You” de Rainbow Arabia: Uma faixa de pop eletrônico dançante dos anos 2010, que mistura percussões tropicais e sintetizadores leves.

https://www.youtube.com/watch?v=2r6amYnItng

(Via: Music Non Stop)

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