A internet foi o ponto de partida da entrevista que a cantora Ethel Cain concedeu à revista Cosmopolitan, na qual declarou ser “anti-internet” e previu que o ambiente online “será a morte da sociedade”.
Questionada diretamente sobre sua postura, Cain respondeu que a rede “é um terreno fértil para o pior da natureza humana” e insistiu: “Podem me citar quando estivermos todos mortos”. Apesar da contundência, ela abriu uma exceção para o Pinterest, plataforma que utiliza com frequência porque, segundo disse, permite “olhar imagens sem precisar falar com ninguém”.
A conversa também abordou publicações antigas da artista que voltaram a circular. Cain classificou seus próprios comentários passados como “odiosos” e reconheceu total responsabilidade. “Sinto profunda vergonha”, declarou, acrescentando que alguns trechos vazados foram divulgados “sem qualquer senso de justiça” e com o objetivo de prejudicá-la.
Ao admitir ter proferido frases racistas anos atrás, a cantora descreveu o período como “uma fase sombria” e afirmou que tentar impressionar amigos com esse tipo de fala é “o mais constrangedor que consigo imaginar”.



