This Is Lorelei. The Singer In My Band Review

This Is Lorelei lança “The Singer In My Band”, seu primeiro álbum pela Matador Records


Resumo
  • Nate Amos, conhecido como This Is Lorelei, lança seu novo álbum "The Singer In My Band", o primeiro pela Matador Records.
  • O disco explora elementos de americana e folk-rock, com letras que abordam temas como amor, perda e vício.
  • O álbum conta com a participação de membros da família de Amos e apresenta uma sonoridade mais coesa e realizada.

Nate Amos, conhecido por seu projeto solo This Is Lorelei, lançou “The Singer In My Band”, seu primeiro álbum pela Matador Records. O músico é conhecido por sua versatilidade, transitando entre o indie lo-fi, hyperpop e alt-country em seu extenso catálogo de EPs e mixtapes.

O novo trabalho de Amos se aprofunda nos elementos de americana e folk-rock que sempre estiveram presentes em sua obra. O álbum, concebido durante viagens, apresenta uma sonoridade mais “despojada”, como descrito pelo próprio artista, e oferece uma atmosfera acolhedora. A faixa de abertura, “I Will Eat My Heart In The Morning Light”, exemplifica essa abordagem com apenas Amos, um violão e uma batida de bateria.

As letras do álbum, que abordam amor, perda, vício, distância e o poder da música, são complementadas por uma instrumentação rica. Músicas como “Billy Came Back” e “…Quite a While” são descritas como hinos melódicos, com uma energia que remete a The War On Drugs.

A família de Amos teve um papel importante na criação do disco: seu pai, Bob, um músico de bluegrass, tocou banjo, e sua irmã contribuiu com vocais de apoio. Faixas como “Watching Heaven Fall”, o instrumental “Nitro” e a faixa-título “The Singer In My Band” refletem essas raízes musicais. Amos mencionou seu desejo de “despir o disco de quaisquer sinos e assobios” extras, buscando uma musicalidade mais direta.

Embora o álbum “The Singer In My Band” não seja o trabalho mais experimental de Amos, ele é considerado o mais coeso e bem realizado de sua carreira, mesmo com momentos mais sombrios como “Oh No Now My”, que possui uma pegada mais grunge, e “Don’t You Cry…”, que encerra o disco em um ritmo mais lento.

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https://www.youtube.com/watch?v=bn7wmxAOTn8

(Via: NME)

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