Falso Morel. Crédito:João Pedro Alcântara,

Falso Morel lança single “13 de maio” e continua trilogia musical

A banda mineira Falso Morel começa 2026 com uma novidade. O grupo de Belo Horizonte lançou, nesta quinta-feira (22), o single “13 de maio”, disponível em todas as plataformas de streaming e já presente na playlist oficial do Spotify “alt BR”. A música faz parte da trilogia que começou com o EP “Morrer pra renascer”, mantendo uma linha conceitual e artística que marca a produção da banda.

O EP de estreia, “Distopia em Pindorama”, alcançou mais de 90 mil streams nas plataformas digitais e foi ouvido em 138 países. O segundo trabalho, “Morrer pra renascer”, superou esses números rapidamente, com a faixa “Estações” tocada mais de 200 mil vezes. Agora, “13 de maio” traz o “meio da história” que foi iniciada no EP anterior.

“Em ‘Morrer pra renascer’ a gente trouxe todo aquele conceito que as pessoas viram e ouviram, adicionamos shakuhachi e piano ao nosso som com muito alt rock, shoegaze e lisergia, e começamos a contar uma história que deixamos em aberto”, diz Gabriel Pazini, multi-instrumentista e principal compositor da Falso Morel.

“Em ’13 de maio’ contamos o ‘meio da história’ que começamos em ‘Morrer pra renascer’. É aquela fase caótica, cheia de problemas e dores, mas também cheia de energia, o que traduzimos para música, que é muito pulsante, de bater cabeça. É aquela fase antes de realmente se encontrar e concluir a história, antes de concluir a nossa trilogia”, explica Pazini.

O single traz mudanças na formação da banda. Gabriel Pazini, que normalmente assume composição, canto e guitarra, ficou responsável pelo baixo e backing vocals. Lucas Eufrosino assumiu as funções principais, enquanto Vitor Moura continua na bateria.

“A letra surgiu após um final de semana em São Paulo, quando fui com um amigo assistir a um show do Cockney Rejects e acabei estendendo minha viagem por dois dias, após ficar por mais de 20 horas em um mesmo bar na rua 13 de maio”, conta Eufrosino.

“O retrato de um boêmio inconsequente, que não aceita que o rolê terminou e continua vagando pelos bares da cidade atrás de álcool, drogas, e sempre acaba se enfiando em alguma confusão por conta da falta de noção da realidade que as substâncias químicas geram em nós. ’13 de maio’ é o retrato da vida boêmia de um jovem inconsequente, que não mede os perigos que a noite promove e se perde no abuso de álcool e drogas”, completa.

Com vocais rasgados, cheios de drive como as guitarras, uma letra direta, carregada de dor e questionamentos, a percussão bem trabalhada e uma linha de baixo pulsante e marcante, “13 de maio” destaca o lado mais shoegaze da Falso Morel. A banda promete concluir a trilogia ainda em 2026, com novas direções artísticas.

“Vamos apresentar a conclusão da história ainda neste ano, e a terceira e última parte vai seguir o caminho de mistura de estilos, sons e sensações e ser inovadora, não sendo e fazendo a mesmice que todo mundo faz, e vamos para um caminho novamente diferente. Se em ‘Morrer pra renascer’ viemos com uma mistura de alt rock, shoegaze e lisergia usando flauta de bambu budista junto com guitarra, e em ’13 de maio’ fomos pra uma outra direção pra contar uma outra parte da história, na última parte da trilogia iremos também em uma direção diferente, com outra sonoridade e apresentando coisas novas ao público e aos nossos fãs”, diz Pazini.

Confira abaixo “13 de maio” da Falso Morel

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