O portal de notícias Uproxx publicou algumas previsões de melhores álbuns 2025 e segundo eles, ao contrário de 2024, não há favorito absoluto para ocupar o primeiro lugar nas listas especializadas.
Com base em resenhas e pontuações já publicadas, o troféu virtual tende a ficar entre oito trabalhos. Na liderança, “Lux”, de Rosalía, alcançou 97 pontos no Metacritic, superando o 94 de “Motomami” (2022) e reforçando o prestígio da artista ao incorporar referências de música clássica e ópera.
Bad Bunny aparece logo atrás com “Debí Tirar Más Fotos”. Lançado em 5 de janeiro, o disco pode sofrer com a distância temporal, mas a apresentação confirmada no Super Bowl promete manter o álbum no radar dos avaliadores.
O nicho guitarrístico é representado por “Getting Killed”, do Geese. O entusiasmo entre quem ainda aposta no rock pode, contudo, dividir votos com “Heavy Metal”, projeto solo de Cameron Winter lançado no final de 2024.
No campo do R&B experimental, Dijon surge com “Baby”, descrito por críticos como uma versão de Bon Iver sem o barbudo de Wisconsin. Já FKA Twigs tenta repetir o prestígio de anos anteriores com “Eusexua”, lançado em janeiro, impulsionado por um segundo disco recente que reacende a lembrança do trabalho principal.
Entre os nomes consagrados dos anos 2000, Hayley Williams transforma “Ego Death at a Bachelorette Party” em novo ponto alto da ex-Paramore, embora a aderência entre gerações mais jovens ainda seja incerta.
Completam a corrida a eletrônica minimalista de “Choke Enough”, estreia em álbum da francesa Oklou, e “Bleeds”, do Wednesday, que amplia a fusão de shoegaze e alt-country do grupo elogiado em 2023.
A ausência de consenso torna 2025 um ano aberto. Resta saber qual desses títulos reunirá mais menções quando as listas forem publicadas em dezembro.



