Sword II. Crédito: @Misc.skin.

Sword II detalha ‘Electric Hour’ e planos de turnê

Sword II apresentou o segundo álbum, “Electric Hour”, gravado num porão alugado em Atlanta com fiação tão precária que obrigou o trio a recorrer a instrumentos acústicos para evitar choques.

Formada pelos multi-instrumentistas Mari González, Certain Zuko e Travis Arnold, a banda afasta-se do experimentalismo abrasivo de “Spirit World Tour” (2023) e aposta em composições coletivas, arranjos mais luxuriantes e harmonias acolhedoras. Mesmo com a faixa de abertura intitulada “Disconnection”, o clima geral é descrito pelos músicos como “vivido em comunidade”, contraponto ao método anterior de montar músicas no computador.

Segundo Zuko em entrevista para o site Our Culture Mag, a ideia inicial para a turnê incluía três backing vocals e mais um instrumentista, mas o custo barrou o plano. Apesar disso, ele promete shows “parte noise-punk, parte Britney Spears, parte teatro musical, parte anarcopunk”. A preocupação com o palco guiou o repertório: “Escrevemos canções que pudéssemos subir e tocar direto”, comentou, lembrando a dificuldade de adaptar ao vivo as faixas do disco anterior.

O título “Electric Hour” faz alusão ao intervalo que a banda terá para causar impacto em cada apresentação. O lançamento, já disponível pelo selo section1, traz faixas como “Halogen”, cuja letra reflete busca coletiva por sentido, e “Even If It’s Just a Dream”, encerrada por um solo de guitarra de três minutos que, nas palavras de Zuko, oscila entre êxtase e inquietação.

Ouça abaixo o álbum Electric Hour do Sword II

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